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Desaparecida em combate

Não tenho um porquê. Sei que não venho cá há imenso tempo. Mas não tenho um porquê. Há alturas que simplesmente não temos vontade, inspiração, nada para contar. Ou porque não há tempo, ou porque o pouco que há preferimos descansar. Mas estou viva! e de boa saúde! 

Tenho coisas boas a acontecer na minha vida e brevemente irei partilhar aqui! 

 

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Um fim-de-semana no Porto |||

Depois de uma manhã inteira a visitar os Jardins de Serralves, a barriga já estava a dar horas. Mais uma vez, recomendaram-nos um restaurante para almoçar, fomos e adorámos. Fomos sempre assim, sem planos e acabamos sempre por pedir sugestões. E não podíamos ter ficado mais satisfeitos com as mesmas.

Desta vez foi o Restaurante Duvália, eu comi posta a mirandesa com batatas a murro e o meu homem comeu tripas à moda do Porto.

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Depois de barriguinha cheia seguimos para o Jardim Botânico.

Embora pequeno (em comparação com Serralves), também é lindo, repleto de flores e plantas de todos os géneros. Tem também, um edifício para os universitários estudarem, que faz parte da Universidade do Porto.

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Resumindo e concluindo, a palavra-chave da nossa ida ao Porto, foi sem dúvida, andar. E muito. Na minha opinião o Porto conhece-se a andar. Porque cada rua nova é uma descoberta e tem uma história para contar. Foi apenas um fim-de-semana, mas que deu para ver tudo aquilo que tínhamos planeado. Tenho a certeza que voltaremos, com mais tempo, com menos "correrias".

Pessoas que vivem nesta cidade maravilhosa...sorte a vossa!

Um fim-de-semana no Porto ||

Depois de visitarmos a Livraria Lello, era hora de descermos até à Ribeira do Porto para conhecermos aquelas paisagens encantadoras do Rio Douro que já tanto tínhamos ouvido falar e passarmos na Ponte D.Luiz I.

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Escusado será dizer que as paisagens são qualquer coisa de espectaculares.

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Passámos o tabuleiro inferior para irmos até à margem sul do Douro, Vila Nova de Gaia.

E como não podia deixar de ser, andámos...andámos...andámos (palavra chave da visita ao porto!).

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Acabámos por regressar à Ponte D.Luiz I de teleférico para apreciar a vista e descansar os pés. (5€ por pessoa se for apenas IDA)

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As horas foram-se passando e já eram horas de voltar a fazer o mesmo caminho, agora a subir. Arrastei-me bastante, confesso. Mas nada que pensar na francesinha que íamos jantar não ajudasse a ganhar forças! Muitas foram as sugestões que nos chegaram, desde do Restaurante Santiago ao Brazão, mas sugeriram-nos também o Restaurante Diu, na Rua da Boavista e por sinal pertinho do sitio onde ficamos alojados. Como tal, juntamos o útil ao agradável e foi essa a nossa escolha. E não nos arrependemos nada! Estava tudo delicioso!

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O dia seguinte foi passando na melhor coisa que há no mundo, a natureza. Fundação Serralves e Jardim Botânico.

Tivemos sorte, porque o Serralves tem entrada gratuita na manhã do primeiro domingo de cada mês, e como o primeiro domingo foi feriado dia 1, ficou o domingo que lá estivemos como gratuito. Melhor ainda!

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 ...

Um fim-de-semana no Porto |

Há melhor maneira de iniciar um novo ano? Não me parece!

Este fim-de-semana fui com o meu homem visitar o Porto! Já queríamos lá ter ido há imenso tempo mas ainda não tínhamos tido oportunidade.

Já tínhamos feito um itinerário com todos os sítios que queríamos visitar, tudo mais ou menos organizado uma vez que o tempo não era muito. Como tal, ainda não eram dez da manhã de sábado e já andávamos à descoberta.

É bom referir que estávamos super bem localizados, na Praça da República a cinco minutos da avenida dos Aliados, o que ajudou imenso.

 

A primeira paragem foi, obviamente, a tão conhecida avenida da cidade, a Avenida dos Aliados e também a Câmara Municipal do Porto.

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Já tinha estado no Porto, mas há onze anos atrás, numa visita de estudo. Daquelas que passamos mais tempo no autocarro que outra coisa. Não andámos a pé, não explorámos, ou seja, para mim foi como se estivesse a visitar o Porto pela primeira vez.

 

Após tomarmos o pequeno-almoço num café em que pedi uma sandes mista de pão caseiro e me deram uma bolinha que nem tinha o tamanho de um papo seco (perdoem-me, mas tinha de contar isto! Não fazia a mínima ideia que não é hábito haver pão nos cafés. Porto 1 - 0 Filipa), fomos em direcção à Igreja e Torre dos Clérigos.

 

Já tinha lido sobre esta famosa torre e o quão estreita era e que tinha 293829382983 muitos degraus para subir. Mas muito sinceramente, não me custou nada. Sim, havia zonas super estreitas que tínhamos de nos espremer contra a parede para alguém descer ou subir, mas fez-se bem, até porque a curiosidade e a vontade de ver a vista do topo falavam mais alto.

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Após subirmos até ao topo tivemos a oportunidade de visitar o património dos clérigos e a igreja, impossível ficar indiferente aquelas peças, sendo uma pessoa religiosa ou não, acho difícil não nos deixarmos levar pela história e pela antiguidade daquilo que estamos a ver. ( 4€ por pessoa )

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Depois de vermos tudinho ao pormenor, seguimos para a Estação de São Bento. Se o exterior já tem muito que se lhe diga, o interior é de cortar a respiração. Conhecida pelos seus famosos paneís de azulejo, faz daquela estação, A estação.

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 Livraria Lello, a próxima paragem.

Já tinha ouvido falar imenso desta livraria, bastante antiga e também muito conhecida pelo facto da J.K. Rowling se ter inspirando nela na criação das escadas de Hogwarts. (4€ por pessoa e pode-se descontar esse valor na compra de um livro)

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 ...

 

2016 vs 2017

Em 2016:

• Encontrei trabalho 

• Acabei a minha licenciatura em Turismo 

• Comecei a tirar a carta de condução 

• Adoptei um gato, o meu zazu 

• Fiz a minha terceira tatuagem "One day at a time"

 

Em 2017:

• Vou ter a carta de condução 

• Vou juntar os trapinhos

• Vou arranjar trabalho na minha área 

(...)

 

 

O primeiro livro do ano

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Por volta da segunda semana de dezembro, enquanto via o jornal da hora de almoço, fiquei a conhecer o caso da Carla. Carla Luz. Uma mulher, casada, com filhos. Que saiu de casa como noutro dia qualquer e que esperava regressar como sempre acontecia no seu dia a dia. Mas não. A pessoa que mais tarde voltaria a casa não era a mesma pessoa, nem física nem psicologicamente. A Carla ficou sem rosto no ano 2008, vítima de uma explosão de gás, no cabeleireiro onde trabalhava. 

Quando vi a reportagem e fiquei a saber que esta tinha lançado um livro, juntei o útil ao agradável, e disse a uma das minhas irmãs que já tinha o presente ideal para me oferecer. 

Quem me acompanha por aqui há algum tempo sabe que era impossível não me identificar com este livro, com esta pessoa. 

Enquanto lia o testemunho da Carla, pensei para mim que o que eu passei não foi rigorosamente nada. Ela ficou sem rosto. Ela ficou em coma. Durante nove anos a Carla tem lutado para reaver a vida que ela tinha. Uma verdadeira guerreira.

 

Para quem estiver interessado em ler o livro, deixo aqui um site que o vende: A guerreira de pele queimada

10 factos sobre o meu Natal

  1. Ninguém abre os presentes antes da 00h00. Não importa se tem 3, 5, 10 ou 60 anos. Todos vão esperar até ao último minuto.
  2. Há sempre uma pessoa que fica responsável pela distribuição dos presentes. Costumava ser eu a voluntariar-me, até os meus sobrinhos aprenderem a ler e voluntariarem-se muito rapidamente.
  3. Compramos chocolates para por na árvore de natal todos os anos. Quando chega a véspera de natal já não há sinal deles. A minha sobrinha já os colocou lá. Até agora dei falta de dois. Não sei se estão escondidos na parte de trás da árvore ou na barriga de alguém.
  4. Raramente comemos bacalhau cozido, é sempre bacalhau com natas.
  5. Fazemos sempre filhoses, receita da minha mãe. De batata doce. As melhores do mundo.
  6. Depois de jantarmos, vemos filmes de natal até à hora de abrir os presentes.
  7. A minha mãe faz sempre questão de comprar uma caixa de bombons para cada um.
  8. Tronco de Natal, torta de claras, tarte de ananás, arroz doce, bolo rei e filhoses são os doces que costumamos ter na nossa ceia de natal.
  9. Os meus irmãos costumam dormir cá em casa de 24 para 25 de Dezembro.
  10. A minha mãe compra sempre uns quatro pães caseiros com a desculpa de no 25 estar tudo fechado e poder faltar.

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