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Curiosidade

Em 2010 quando me candidatei à universidade, a minha primeira opção foi Ciências da Comunicação. Não consegui entrar. A média nesse ano subiu imenso. Entrei em Turismo.

Hoje, 2015, estou a fazer o estágio curricular para finalizar a licenciatura em Turismo. Optei por uma das saídas que tenho mais interesse, organização de eventos.

Em que departamento estou inserida? Departamento de comunicação.

Destino ou não, a vida tem destas coisas engraçadas.

#Livros - Ricardo Frade

Pé descalço: da Suécia a Portugal sem um tostão

Ouvi falar deste livro pela primeira vez hoje, como assistente de comunicação, preparei tudo para a chegada do autor e da sua apresentação.

E este livro despertou-me o interesse.

Ricardo Frade, sem dinheiro, sem telemóvel, sem computador, pegou nele e lançou-se a um desafio.

Foi para a Suécia e tinha de regressar a Portugal. Mas sem um único tostão.

O porquê pode ser difícil de entender, mas até é bastante simples.

Ricardo e a sua família passaram por uma fase complicada a nível financeiro, com a ajuda de próximos, conseguiram dar a voltar por cima, aprender a gerir o seu dinheiro e hoje, este é consultor financeiro.

Ricardo quis mostrar que é possível dar a voltar por cima se tivermos uma meta, um objectivo traçado. Quis mostrar aos seus clientes algo palpável, algo motivador. Quis demonstrar que é possível.

Não o li, mas farei brevemente.

A página do facebook do livro aqui: Pé descalço

 

Onde é que este mundo vai parar? parte IV

Faro costumava ser uma cidade pacata. Ou pelo menos, eu considerava-a como tal. Mas ultimamente tem sido uma desgraça atrás da outra.

Nunca vou entender o que passa na cabeça destas pessoas nestas alturas. São doentes, de certeza.

Que amor é este que estas pessoas dizem sentir?

É o "não ficas comigo, não ficas com mais ninguém!"?

Nunca vou entender e nem sei se quero.

Não costumava ter medo da minha própria cidade, mas ultimamente tenho tido.

A noticia aqui: Mulher de 25 anos morre assassinada a tiro pelo ex marido em Faro

Dia 1

O primeiro dia já passou, e claro, que depois de ele estar passado pensamos sempre que não havia razão para tantos nervos.

Esta primeira semana vou passar por todos os departamentos, conhecer um pouco de cada um. Não é entusiasmante, eu sei.

Mas é só o inicio e é bom para me integrar.

Quando cheguei estava praticamente as aranhas, o que é bastante normal. Mas com o passar das horas comecei a sentir-me a vontade e já sai de lá com outra cara.

Para a semana já lá estará a minha orientadora de estágio e aí sim já será diferente.

Já estarei no departamento em que me vou focar estes três meses e o entusiasmo já será outro.

Que esta semana passe rápido.

Obrigada a quem fez figas por mim, o dia correu bem.

Cancro

Eu sei que não é um titulo bonito. Ou melhor, não é uma palavra bonita. Mas por algum motivo, a palavra nunca me assustou. A palavra pesa sim mas não passa disso, é uma palavra, não é o nome que assusta, é o seu significado. Desde pequena que cresci com esta palavra no meu seio familiar. Cancro, quimioterapia, radioterapia. Eram termos ditos no meu dia-a-dia, infelizmente.

Hoje, com vinte e dois anos, falo do cancro como se me fosse meu conhecido. O cancro (e desculpem o palavreado) é um grande filho da mãe. O cancro roubou-me uma das pessoas mais importantes da minha vida. E como se não bastasse ainda veio tentar tirar-me outra. Tentar.

Hoje em dia, quando alguém partilha comigo que determinada pessoa está com cancro eu não sei como reagir. Ou melhor, a minha reacção já é natural. "Cancro? Onde? Está no inicio? Consegue fazer tratamentos?"

Eu não sei muito, sei apenas aquilo que vi enquanto cresci. E vi os dois lados da moeda. Vi o final feliz e vi o final triste.

Mas acima de tudo, vi luta. vi suor e lágrimas. vi determinação. Vi a luta em pessoa. Neste caso, em duas das pessoas mais importantes da minha vida.

Não é o cancro que assusta, é saber que depois dele pode ficar um grande vazio.

 

Bolo do caco

Como já tinha dito aqui antes, eu sou bom garfo. Gosto de comer e gosto de comer praticamente de tudo (tirando ovas e favas). Hoje a minha irmã desafiou-me a ir experimentar o Bolo do Caco. Abriu a uns meses e ainda não tinha lá ido. Não foi bem um desafio, porque já sabia que não era difícil agradar-me e lá fui de bom agrado.

Escolhi como "base" o hambúrguer de frango, e obviamente o menu a rebentar pelas costuras.

"À portuguesa"

caco_012.jpg

 

(Alface, tomate, ovo estrelado, cebola caramelizada e presunto)

 

Sim, o menu vem acompanhado de umas belas batatinhas.

Resumindo, ainda me sinto cheia.

Recomendo!

"Stresse pré-estágio"

No domingo à noite não vou conseguir pregar olho. Na segunda-feira de manhã vou sair de casa com o coração nas mãos e um nó no estômago. Hoje ainda é quarta-feira mas já estou numa pilha de nervos. Podia perfeitamente tentar minimizar a situação e pensar que é só mais um trabalho. Mas nasci assim, um poço de inseguranças e medos. Sou ansiosa e pessimista. Vai ser a primeira vez que vou trabalhar em algo que desconheço totalmente. Não sei como vai ser. Gosto da sensação do desconhecido, mas tenho receio em simultâneo. Se alguém estiver em pânico relativamente a algo eu sou a primeira a acalma-la e a dizer que vai correr tudo bem. Quando sou eu, a história é outra.

Mas vamos lá então. Todos comigos. Cruzem os dedos e façam figas. Digam-me que vai correr lindamente, que vou adorar e que me vão adorar!

 

Fingers-Crossed.jpg

 

Onde é que este mundo vai parar? parte III

Eu não sei o porquê. As imagens que captaram não tinham som. Mas eu vi uma criança. Uma criança assustada para não dizer aflita e em pânico. Eu não sei o que aquele pai e aquele avô disseram aqueles policias. Não sei se estes foram ofendidos, se foram cuspidos, não sei. Só sei que não há justificação para a forma como estes foram tratados. Não há. Nem que aquele pai tivesse cuspido ácido. São policias, sim. Tem poder, sim. Mas daí a abusarem do poder que têm?

E não, os policias não são todos bestas.

E relativamente aos desacatos dos adeptos benquistas, não, eles não são todos bestas.

Não se pode por todos no mesmo saco. Gente idiota existe em todo o lado mas graças a deus não somos todos iguais.

A noticia aqui: Adepto de Benfica agredido pela polícia em frente aos filhos

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