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A girl's life

Filipa ♦ Algarve ♦ 23 anos ♦ Estuda de Turismo ♦ Apaixonada por filmes, séries e livros

Qui | 30.07.15

Calor

Filipa Iria

Lembram-se de eu ter dito que era bom morar no Algarve, estar um calor dos diabos, ter imensas praias à disposição e ter de ir estagiar?

Retiro o que disse.

É bom morar no Algarve, estar um calor dos diabos, ter imensas praias à disposição, não ter de ir estagiar, mas, não poder apanhar sol.

Ah, que bom que é morar no Algarve.

O meu verão acabou, a praia tem isto mesmo. Um risco muito grande em cima.

Recuperar, em primeiro.

Step by step.

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Sab | 25.07.15

Para lembrar que "estas coisas não acontecem só aos outros"

Filipa Iria

Nos jornais, nos telejornais, na internet. Em todo o lado encontramos, diariamente, noticias que nos apertam o coração. Mas, sabe-se lá porquê, na nossa cabeça, as coisas que lemos nunca nos aconteceram a nós. Dizemos nós, para descanso da nossa consciência. Porque normalmente estamos do outro lado, a ouvir, a ler, a receber a noticia.

Desta vez, aconteceu.

Uma queimadura de 2ºgrau apoderou-se do meu rosto.

Não sei explicar a sensação, ou melhor, a aflição.

Água a ferver.

Nunca, em ocasião alguma, tinha entrado em estado de pânico.

O medo de tocar na minha cara, o medo de sentir ou de não sentir.

Em dez dias, o meu rosto já passou por inúmeras fases.

O que senti e o que estou a sentir? Tem sido tudo tão rápido que eu não tenho tido tempo de pensar, de ficar deprimida, de chorar o céu.

Se dói olharmos o espelho e não nos vermos? ou vermos muito pouco de nós? Dói.

Mas já não dói quando vemos melhorias dia após dia.

A esperança que tudo vai ficar bem, é maior que todos os medos.

Aprendi que cada dia é um dia e que a paciência se tornou uma das minhas maiores virtudes.

E que estas coisas não acontecem só aos outros.

Sex | 10.07.15

Brunch

Filipa Iria

Não sou chique. E como que nem uma lontra. É verdade. Quem olha para mim se calhar não acredita. Mas eu como, e como bem.

Nunca fui a um brunch. Aliás nunca ouvi falar de algum sitio que o fizesse cá para os meus lados.

Mas em Lisboa sim, existem 1001 lugares onde podemos ir, pagar uma modesta quantia e comer uma quantidade enormesca das mais variadas comidas.

A ideia do conceito é um pequeno-almoço/almoço.

O mais perto que tenho de um brunch é quando eu e os meus irmãos decidimos fazer um lanche e acabamos por encher a mesa com imensas delicias.

E ai sim, eu posso comer, à vontadinha.

 

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 (Brunch de Olivier, no Avenida, é dos mais famosos em Lisboa. A ementa inclui sushi)

 

A questão é: Já foram a algum? Já viram pessoas a chafurdar como se não houvesse amanhã ou é tudo cocós?

 

Dom | 05.07.15

Mais um sem ti

Filipa Iria

Daqui a uma semana completo mais um ano de vida.

Não estou com o entusiasmo do costume.

Lembro-me quando era pequena e as festas que a minha mãe preparava eram enormes.

A minha sala ficava preenchida com os meus amigos e a minha família.

A mesa com doces, sandes, bolos, sumos. De uma ponta à outra.

Os balões e as fitas eram penduradas em todas as paredes.

Era um dia que me enchia o coração em todas as medidas possíveis.

Tinha todos comigo.

Tenho saudades desses tempos.

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