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A girl's life

Filipa ♦ Algarve ♦ 23 anos ♦ Estuda de Turismo ♦ Apaixonada por filmes, séries e livros

Dom | 14.06.15

Sobrinhos

Filipa Iria

De vez em quando gosto de igualar a minha idade à deles.

Passou-se então que a minha querida sobrinha de 9 anos estava com aquela atitude de tia ao tentar escolher uma cereja para comer.

Uma tinha não sei o quê, estava estragada. A outra tinha uma cor que não era suposto, estava estragada.

Às tantas disse-lhe "Põe mas é a cereja toda na boca, se sentires uma minhoca é porque está estragada".

E digo-vos, nunca vi tantas expressões seguidas numa só cara. Era o nojo, era o enjoo, era qualquer coisa de muito engraçado.

Eis que desistiu das cerejas e passou as ameixas.

"Sabes que as minhocas não vão só atacar as cerejas, não sabes?"

E é tudo por agora.

Depois regressei aos 22 anos, feliz e contente!

 

Dom | 14.06.15

Cabeça

Filipa Iria

No outro dia surgiu-me um tema para um post aqui para o blog e dei por mim a escrever o post inteiro na minha cabeça.

Pois, pena que a cabeça não tem "save"

Quando me lembrar aviso!

Sex | 12.06.15

#Música - PZ

Filipa Iria

Hoje desafio-vos a irem ao youtube e colocarem lá PZ e ouvirem músicas como Croquetes, Dinheiro e Cara de Chewbacca.

Eu só vos tenho a dizer que durante todo o showcase o meu pensamento foi "com cada maluco, nossa senhora" mas, no bom sentido.

De pijama e de pantufas, entrou no palco e começou a partilhar músicas com letras sem ponta por onde se pegue.

Eu gostei, vá-se lá entender como ou porquê. Fez-me rir.

Mas, ao vivo, tem toda outra pinta.

Faz uns passos de dança que contado ninguém acredita.

É tão "o que é isto?" que se torna engraçado. Juro.

 

 

(Eu deixo logo aqui um vídeo, não vá vocês não terem tempo de ir ao youtube!)

Qua | 10.06.15

A de amor, A de André.

Filipa Iria

Hoje venho falar de uma pessoa que ainda não falei aqui no blog. Foi essa pessoa que me incentivou a cria-lo. E é também essa pessoa que me incentiva e dá força todos os dias. Alguém que apareceu na minha vida por acaso e que fez de mim uma pessoa melhor. Alguém que mesmo sem saber me põe para cima naqueles dias menos bons. Alguém que abriu o coração para mim e fez o meu triplicar de tamanho. Não sabemos o dia de amanhã, mas eu sei que neste momento não há ninguém no mundo que consiga fazer-me sentir mais segura. Alguém que se orgulha das minhas vitórias, por mais pequenas que sejam. Alguém que entende os meus medos e as minhas inseguranças. Alguém que após dois anos e quatro meses continua a deixar o meu estômago repleto de borboletas. O meu coração deseja que todo este nosso amor se prolongue por muitos e bons anos. O futuro está ao virar da esquina e eu só consigo imaginar o meu a teu lado. Nós não sabemos o dia de amanhã e sim, o futuro é incerto, mas hoje. Hoje quero ficar contigo para o resto da minha vida.

Dom | 07.06.15

Medo de falar em público

Filipa Iria

Não me lembro como começou. Desde pequena que me escondia literalmente nas saias da minha mãe com vergonha. Sempre fui envergonhada quando não conheço/tenho confiança com as pessoas. Mas vergonha e medo são duas coisas distintas. Com o passar do anos, quando comecei a ter que fazer apresentações orais na escola nem dormia à noite. Era um autêntico pesadelo imaginar-me a falar à frente de uma turma inteira, mesmo que fosse a minha, e que conhecesse todas aquelas pessoas. Assustava-me e assusta-me.

Recordo-me de uma situação em que a professora se lembrou de nos mandar apresentar o trabalho no auditório para várias turmas (já para não dizer metade da escola). Sai daquela sala a chorar de nervos só de imaginar. E bati o pé. Bati tanto que acabei por apresentar só para a minha turma.

Pode parecer ridículo, e talvez seja para quem nunca passou por tal. Quem me dera ser aquelas pessoas com todo o jeito para discursar, que sente adrenalina e que as palavras lhes saem como música! Mas não sou.

Ontem, fui posta à prova.

Com quinze minutos para escrever e "decorar" um agradecimento, estava com o coração a mil.

Mas acho que a vida é isso mesmo, tentarmos enfrentar os nossos medos, supera-los.

Cheguei lá de microfone na mão e disse tudo aquilo que tinha de dizer. Se tremi? Sim. Se se notou? Não.

 

Sab | 06.06.15

Memórias

Filipa Iria

Quando ouvi alguém dizer "Filipa o teu pai está no portão" não pensei duas vezes.

Peguei em mim e comecei a correr pela escola em direcção ao portão, até que se deu um clique. Nesse momento senti vergonha. A Filipa não era eu. Era impossível ser o meu pai no portão da escola. Senti muita vergonha. O que é que haveriam estar a pensar de mim depois daquele momento pouco feliz?

Hoje, olho para trás e penso que não deveria ter sentido vergonha alguma. Eu era apenas uma menina que tinha acabado de perder o pai.

Memórias.

 

 

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